segunda-feira, 23 de março de 2009
Especialização ou MBA em Gerenciamento de Projetos
- Especialização em Gerenciamento de Projetos com ênfase em Tecnologia da Informação
[ PUC-RS -- investimento aproximado de 12 mil em 18 vezes]
http://www.inf.pucrs.br/gpti/
- MBA em Gerenciamento de Projetos
[ FGV -- investimento aproximado de 20 mil ]
http://www.inf.pucrs.br/gpti/
- Curso: Gerência de projetos de software
UNISINOS -- Trilha: Cursos Avulsos - LIS
http://www.inf.unisinos.br/instituto/laboratorios/pop-up.php?area=12&trilha=73&modulo=163&item=apresentacao_curso
- Curso: CAPACITAÇÃO em GERENCIAMENTO DE PROJETOS (PMP®)
PMTech -- Instrutor Mauro Sotile -- um dos melhores cursos preparatórios para certificação PMP
http://www.pmtech.com.br/
São só algumas sugestões que ao menos ouvi falar bem. O curso da PMTech eu tive o privilégio de realizar e fiquei super satisfeito.
Sobre a especialização da PUC e o MBA da FGV tenho colegas que fizeram e ficaram satisfeitos em ambos...
Acho que para decidir vai depender muito do objetivo de cada um, boa sorte e sucesso a todos!
terça-feira, 17 de março de 2009
Chocolates Artesanais

A empresa que produz os Chocolates Rosenthal está realizando durante este mês diversas feiras de chocolates junto a grandes empresas da região do Vale do Sinos e também na Capital.
Para quem tiver interesse em chocolates caseiros de muito boa qualidade oriundos da serra gaúcha, o catálogo encontra-se disponível no site http://www.anunciosrs.com.br/chocolatesrosenthal/
Por meio do site pode ser feito contato com a empresa para agendar feiras ou mesmo fazer encomendas.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
A VERDADE SOBRE O FORNO A LENHA
No mundo contemporâneo, já não se pode mais aceitar certa forma de assar alimentos e, na verdade, dever-se-ia boicotar o pãozinho, a pizza e demais iguarias, preparadas em forno a lenha.
É fato corriqueiro, principalmente em pizzarias, deparar-se com a seguinte frase: “Temos Forno A Lenha!”, grafada de maneira generosa em frente aos estabelecimentos comerciais desta natureza.
Tal atitude demonstra claramente que essa casa comercial está preocupada apenas em atrair clientes, sem efetivamente nada contribuir para a preservação da natureza.
Como respaldo ao que foi exposto, hoje, já existe, no mercado, uma alternativa energética para fornos ecologicamente corretos denominado “Briquete”. Este é, simplesmente, o resultado do processo de secar e prensar a serragem ou pó dos mais diversos tipos de madeira. O produto apresenta um alto poder calorífico, tornando-o ideal para a utilização tanto das caldeiras industriais, fornos de padarias, lareiras, cerâmicas, pizzarias como de outros utensílios dessa ordem.
O Briquete pode ser considerado uma lenha ecológica e substitui, com muita eficiência, não só o óleo bpf das caldeiras industriais, mas também a energia elétrica e os gases, utilizados em qualquer tipo de aquecimento nas residências.
Toda e qualquer sobra de madeira e, até mesmo, o pó que antes era jogado ao relento, agora podem ser transformados
Por isso, engajar-se à proposta, entrar nessa luta e dizer não ao forno a lenha, é uma maneira inteligente de estar forçando a pizzaria e a padaria da esquina a não estimular a retirada de lenha dos matos, prática danosa que gera a destruição do habitat de tantas espécies da fauna e da flora silvestres que hoje figuram na lista vermelha das espécies em extinção e que, certamente, os nossos filhos e netos jamais terão a oportunidade de um dia conhecer.
Contribuição: Alexandre Soriano Caetano – Médico Veterinário
CI: 6029099287 Fone: 55-3025-6084
terça-feira, 11 de novembro de 2008
O Raul e o Pena - Por Max Gehringer
"Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso
surpreende muita gente.
Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial
técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um
colega de classe, o Pena, que era um gênio.
Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do
Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os
livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta
nanquim.
Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no
grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o
Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o
resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma
colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas
provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do
estudante que enobrece esta instituição de ensino'.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma
multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções
estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena? O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido
chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e
ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.
Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido
para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o
convite.
Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele.
Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na
teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de
recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável... ele
entendia de gente. Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra
dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e
fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu
não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
'Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo'.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar
as relações entre as pessoas.
Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor
comum, um gênio.
Essa era a principal competência dele."
'Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o
verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes.'
:: Espero que tenham gostado da mensagem ::